Não é fácil ensinar a orgulhosos, pois, não enxergam a sua ignorância, aprendem a duras penas e ainda superficialmente. O orgulhoso, em sua ignorância, torna-se tolo, e a tolice, em sua banalidade, os faz estagnar-se.
Os orgulhosos precisam da humildade como do ar que respiram. O orgulhoso é um convicto cortejador da morte interna, pois, aos poucos vai matando a sua paz interior e a tranquilidade da sua consciência. O orgulhoso é um insaciável na sua vaidade.
Aqueles que são humildes, em sua grandeza, dão a conhecer a fonte de suas bênçãos e, incessantemente, buscam a verdade maior e, em seu íntimo, praticam costumeiramente o amor a si mesmo e ao próximo, e vivem em paz.
O orgulhoso serve apenas a si mesmo, e, através das comparações e julgamentos que faz, acaba por criar o próprio inferno que teme. O humilde, por sua vez, serve a todos, sem distinção, e não espera outra recompensa, a não ser o resultado do bom serviço que presta, no qual encontra na alegria e paz, a verdadeira recompensa.
Quem sabe, orgulho/humildade, seja um bom tema para para meditarmos alguns minutos nesta quinta-feira?
Um abraçaço!










