domingo, 22 de agosto de 2021

O BRASIL DE HOJE!!!

Caros amigos, não há dúvida de que o elo mais fraco deste governo é o Presidente da República, o qual, caso desse mais importância ao Brasil do que a si mesmo, poderia vir a ser um bom governante, todavia, ele prefere continuar a ser o melhor cabo eleitoral do Sr. Lula da Silva, tanto quanto este e o PT foram seus principais cabos eleitorais em 2018.

A caminhada da esquerda de volta ao poder é, portanto, uma consequência e, como tal, deve ser tratada. Não se combate uma doença apenas atacando a febre. Há que se buscar as causas e, de alguma forma, neutralizá-las. Neste caso elas estão, sem dúvida, associadas às atitudes e às "obras" do Presidente Jair Bolsonaro. Ele é, de fato, a melhor fonte dos argumentos da esquerda para voltar ao poder!

Durante algum tempo pensei que seria possível convencê-lo a corrigir-se, mas isto, infelizmente, ficou provado que é impossível!

O ambiente político no Brasil está polarizado, basicamente dividido entre dois extremos que, por serem extremos, são antidemocráticos e, consequentemente não servem para quem se diz democrata.

Há quem insista em dizer que os problemas e circunstâncias atuais assemelham-se ao ambiente que conduziu a Nação à histórica Revolução de 1964.

Realmente, no estudo daquele tempo, encontramos, a grosso modo, apenas duas diferenças do atual, a indisciplina, que havia estabelecido uma cabeça de praia no ambiente militar, o que não acontece nos dias de hoje, e a abissal superioridade do conjunto de Juízes que compunham a Suprema Corte, quando comparados aos que hoje a depreciam.

O restante das circunstâncias, resumidamente, lembra muito os nossos dias: o Presidente da República não tinha maioria no Congresso; a maior representação dos Governadores estava na oposição; a grande imprensa, assim como a maioria do povo, aí incluídos os grandes empresários, militavam contra o Governo Federal; as FFAA estavam divididas entre os que tinham compromisso com o Brasil e os que, no governo ou em apoio a ele, eram conhecidos como o "Dispositivo Militar do Jango".

Aos que não se recordam de toda a história, é importante lembrar que foi o Congresso que proclamou a vacância da cadeira presidencial e que nela colocou, interinamente, o Presidente da Câmara, conforme mandava a Constituição, e que promoveu a eleição do Marechal Castello Branco em cerca de 15 dias.

Assim, se o objetivo da comparação for a deposição do Presidente Bolsonaro, o prato está quase pronto! Qualquer outra comparação é distorção da história e nada tem a ver com o que se passa agora.

Deixando de lado o que se passou há 57 anos e trazendo os olhos para o passado recente, não é difícil constatar que foi um grave erro acreditar que Bolsonaro aceitaria a orientação dos bons brasileiros que o cercavam. Erro este que só será corrigido se conseguirmos eleger um outro Presidente muito melhor do que ele, o que não é difícil. Persistir no erro é realmente mais fácil, mas não é inteligente!

Diferentemente dos bravateiros que falam em derramar o sangue dos outros e ressuscitar o "Estado Novo", e dos acomodados que, por preguiça, fecham os olhos e não enxergam que, como está, fatalmente entregaremos o Brasil para Lula da Silva e seus 40 canalhas, devemos empenhar-nos para encontrar entre os 200 milhões de brasileiros alguém que seja capaz de implementar as propostas que constavam do protocolo de intenções que Jair Bolsonaro abandonou tão logo surgiu a primeira denúncia da "rachadinha".

Precisamos eleger alguém que, ao contrário dele, seja a favor da meritocracia, da CPI da Lavatoga, da Escola Sem Partido, da prisão em segunda instância, da "lavajato", das propostas anti crime do Sérgio Moro, da redução do tamanho do estado, do liberalismo, do conservadorismo, do fim da reeleição e do fundo eleitoral e que rejeite o presidencialismo de coalizão, entre outras coisas que foram prometidas e não cumpridas!

A luta contra o socialismo é permanente, com altos e baixos, sabendo-se que nunca acaba! 

Vencem-se as batalhas, mas não a guerra. O argumento da força só serve para reforçar a força dos argumentos das vítimas da violência.

Tolerância para promover mudanças é sinônimo de inteligência. 

Vidas podem ser eliminadas pela força, não as ideias, estas são vencidas por argumentos.

Assim, o melhor para os brasileiros passa ao largo dos radicalismos da direita e da esquerda, porque nenhuma ditadura serve para o Brasil!

General Paulo Chagas

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