sábado, 26 de fevereiro de 2022

Há quanto tempo não olhamos para o alto

 

– 26/02/22 –

No corre-corre da nossa vida cotidiana façamos uma necessária pausa. Não permitamos sermos escravizados pelos ponteiros do relógio. Cumpramos nosso dever com disciplina, mas não percamos a espontaneidade.

Aprendamos a improvisar a nossa felicidade, não consentindo vivermos constantemente sob pressão. Tiremos o paletó, afrouxemos o nó da gravata, desliguemos o ar-condicionado e observemos a vida lá fora, pelo vão da janela.

Há quanto tempo não olhamos para o alto? Acionemos o telefone e entabulemos uma conversa descontraída com um amigo ou familiar, ou façamos uma visita rápida ao companheiro do escritório ao lado, pois, tal atitude não interferirá no mercado da Bolsa de Valores ou no melhor ganho resultante do nosso trabalho.

Evitemos a rotina sistemática, sendo tão metódicos ao ponto de sermos rigorosamente os mesmos todos os dias. A felicidade também pode estar morando ao lado, ao nosso redor.

Se dificilmente nos surpreendemos cantarolando uma canção, ou sorrindo sozinhos por uma simples anedota, então o nosso caso pode ser de exagerado apego ao que é transitório, o que nos impede de perceber, nos detalhes, as tantas oportunidades de bem-viver ao nosso dispor.

Pensemos um pouquinho sobre isso, neste sábado, e aproveitemos mais o sabor da vida. A nossa felicidade agradecerá.

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