Avaliemos se o que sentimos é realmente amor ou apenas orgulho ferido. Se pensarmos em deixar de viver por causa de um "amor" perdido, com certeza é porque não nos amamos o suficiente, e muito menos amamos tanto a pessoa por quem dizíamos nutrir grande sentimento.
Não confundamos sentimento de posse ou orgulho com amor. A desistência da vida é um ato de covardia e egoísmo, seja qual for o motivo, e nada justifica esse ato.
Desacreditar no amor de outras pessoas em relação a nós, só porque sofremos uma decepção sentimental é nos fecharmos para o que há de mais belo na vida: amar e ser amado.
A frustração amorosa pode até machucar, mas podemos e devemos fechar essa ferida por inteiro deixando-a cicatrizar-se. Amemos e permitamos ser amados, sem medo, mas com responsabilidade. Abramos o coração para os bons relacionamentos e a felicidade virá ao nosso encontro.
Se nos fecharmos dentro de nós mesmos, com medo de sofrer, amargaremos a solidão e sofreremos em dobro, pois o amor é a base da vida.
Nesta segunda-feira, reflitamos sobre o tempo e a felicidade que podemos alcançar amando e sendo amados. Deus nos quer felizes e o amor é o caminho.
Um abraçaço!

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