O essencial é que estejamos fazendo o melhor possível ao nosso alcance. Se de fato reconhecemos as nossas limitações, não há necessidade de que alguém as aponte para nós.
Se sabemos que somos imperfeitos, é também natural que, vez ou outra, nossas obras ainda deixem a desejar. Quase sempre, os que mais exigem da nossa capacidade são aqueles que não fazem o menor esforço no seu próprio trabalho e benefício, e vivem a desmerecer a obra alheia.
Não permitamos que a nossa boa vontade seja anulada pela força das palavras injuriosas. Os que simplesmente falam serão amanhã chamados a fazer, e constatarão a enorme distância entre a teoria e a prática.
Para que nenhuma de nossas mãos se afaste do dever a cumprir, não cedamos aos nossos críticos mais que um dos nossos ouvidos. Nos disciplinemos a filtrar o que ouvirmos e nos convençamos de que a crítica sincera nunca nos chega pelas costas.
Na maioria das vezes, o intuito dos maledicentes e promotores do mal que nos criticam, é fazer com que retrocedamos no caminho que eles próprios não têm coragem de seguir, mas não reconhecem a própria fraqueza.
A partir desta segunda-feira, não nos esqueçamos de uma clara e objetiva verdade: “A história é feita pelo suor dos que vivem a obra, e não pela fala ou tinta dos que criticam”. Vivamos, pois!
Um abraçaço!
Nenhum comentário:
Postar um comentário