Quantos minutos deixamos que se escoem sem aproveitamento real em nossa vida; quantas horas consumimos com futilidades, e quantos dias e meses inteiros quase nada contabilizamos em favor do nosso espírito?
E quantas pessoas ao nosso lado se fazem de instrumentos, para que o tempo ao nosso dispor não renda o resultado que esperávamos, e quantos nos ocupam a mente com assuntos estéreis?
Quantos nos desviam propositadamente a atenção no nosso trabalho e acabam por embaçar a nossa capacidade de produzir e ainda requerem a nossa companhia em sua ociosidade?
Quantas vezes deixamos de atender compromissos importantes porque, ao estarmos de saída, nos chega uma visita inesperada e, às vezes, até indesejada?
É importante a sabedoria na administração do nosso tempo e na criteriosa seleção das nossas prioridades, inclusive dos nossos relacionamentos de amizades.
Quantos “amigos” só se dispõem a estar conosco nos momentos de lazer e facilidades, nunca para o auxílio no trabalho, nas práticas beneficentes ou até mesmo nos momentos de aprimoramento espiritual.
Com esta sexta-feira, iniciemos um final de semana, administrando melhor o tempo a nosso favor, valorizando-o com os amigos e pessoas dispostas a chorar também a nossa dor, e a serem solidárias com o nosso suor.
Um abraçaço!
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