Nós, no entanto, responderemos exclusivamente pelo que somos e pelo que fazemos. Ante os que nos acusem ou absolvam, o que importa é o que nos fala a consciência.
Muitos nos culparão por interesse e outros nos inocentarão por conveniência. Prevalecerá, porém, o que julgarmos de nós mesmos. Aplausos e apupos são manifestações circunstanciais e transitórias.
Após cessarem um ou outro, permaneceremos conosco mesmos, mergulhados no silêncio da nossa verdade íntima, onde só pesaremos o nível das nossas intenções e o resultado das nossas atitudes.
E aí, então, com base na verdade dos fatos, nós mesmos nos condenaremos ou nos absolveremos, completamente alheios ao processo sumário com que a opinião pública nos faz, comumente, tomar assento no banco dos réus.
Assim, nesta quarta-feira, nos lembremos de que, respeitando o nosso livre arbítrio, devemos nos comportar em obediência aos ditames da Lei Divina, pois, o justo e infalível julgamento será sempre sentenciado no Tribunal da nossa consciência.
Um abraçaço!
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