Quem sabe, se o pouco que viermos a sonegar ao nosso próximo possa não ser toda a felicidade que ele espera ter? Por um simples gesto ofertado, como a partilha de um pão, quantos, agradecidos, rogarão por nós as bênçãos do céu.
Em determinadas circunstâncias o homem é passível de cometer os maiores desatinos. Imaginemos se Deus não nos visse com os olhos carregados de misericórdia! Quem há que não necessite de indulgência e generosa compreensão!?
Que os nossos corações possam ser pródigos em tolerância para com os nossos semelhantes, vendo na mão de quem nos apedreja e na voz de quem de nos calunia um espírito doente. Na atitude mais absurda, detectemos a enfermidade de quem por ela se responsabiliza.
A mente adoece com mais frequência do que o próprio corpo. Analisemos o teor dos nossos pensamentos e a qualidade das nossas atitudes e perceberemos que assim é.
Nós, seres humanos, recém saídos do nosso primitivismo espiritual, estamos em busca de constante aprimoramento. A caridade sem a expectativa de recompensa é lição de vida que o Criador nos possibilita.
Nesta segunda-feira, nos lembremos de que é nosso dever envidar esforços para sermos bons alunos na escola da vida, e obtenhamos o diploma da consciência tranquila.
Um abraçaço!
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