Pois então, paremos de agir como se fôssemos quem não somos. Não julguemos levianamente e compreenderemos que não há nada e nem ninguém que necessite do nosso perdão resultante de falsos e/ou precipitados julgamentos.
A própria benevolência da vida encarrega-se das inevitáveis corrigendas a todos indistintamente. Nos limitemos a dar liberdade e, aí sim, viveremos na verdade.
Refletindo um pouco mais concluiremos que há sim, um único ser humano carente do nosso perdão: nós mesmos. Somos nós que criamos nossa realidade em todas as suas formas.
Quando compreendermos e aceitarmos que temos essa responsabilidade, nos sentiremos livres dos pesados e incômodos fardos do medo e das nossas limitações.
A partir daí, passaremos a amar tudo o que possui vida, e não aquilo ou quem julgamos digno de perdão. Saberemos, então, que sempre tivemos o perdão que buscamos, porque a vida nos permitiu que tudo fosse como quisemos, pois somos livres para fazer nossas escolhas.
Neste sábado, pensemos na magnitude do perdão pela Graça Divina aos nossos semelhantes e, principalmente, à justa tolerância conosco mesmos.
Um abraçaço!
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