Saber calar é ter autodomínio e sabedoria. Demoramos a aprender a falar, mas quando começamos, não queremos mais parar. As palavras só deveriam sair da nossa boca depois de muita cautela e meditação
Ao meditarmos temos a oportunidade de aprofundar o que vamos dizer e retirar as palavras que não são verdadeiras ou que, mesmo verdadeiras, não sejam ofensivas.
Se ainda temos dúvidas, é sinal de que a nossa meditação ainda não está madura. Ao proferirmos palavras impensadas, estamos prestando um desserviço ao meio em que convivemos e a nós mesmos.
Se repetimos o que ouvimos sem questionar os fundamentos, poderemos nos tornar co-autores de injustiças. Quem consegue manter a calma e evita revidar, mesmo tendo razão, atingiu um elevado grau de autodomínio e maturidade.
Nesta segunda-feira, iniciemos a semana, nos lembrando da advertência do Cristo em Mt. 15,18: “Mas o que sai da boca, vem do coração, e é isso que contamina o homem”. Zelemos, então, do nosso linguajar, semeando apenas as boas palavras e seremos contaminados apenas pelo bem.
Um abraçaço!
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